sábado, 16 de abril de 2011
DE QUEM É A CULPA (?!) ...
Lembro que existe uma idéia com base na série de filme s com o detetive Sherlock Holmes, segundo a qual, o mordomo é o culpado... Com o passar do tempo, outros filmes foram introduzindo outras idéias, mas, a cultura de aparências já estava tão arraigada na mente humana (ou seria desumana) que, não houve como evitar que antes de qualquer coisa, considerássemos a aparência de alguém diante de erros... Pode ser que algum leitor (ou leitora) ache que isso não teria muito a ver... MAS, em meu achômetro, tem tudo a ver com o modelo social em vigência... Os crimes de colarinho branco, demonstram o que estamos achando... Surgiram exatamente a partir de pessoas inescrupulosas, cuja aparência enganava: Certamente, pessoas bem vestidas, numa cultura onde isso significa bons antecedentes... ASSIM, é preciso rever nossas idéias, conceitos e valores, antes de sair por aí pré–julgando pessoas... Estamos pensando isso, exatamente porque é muito comum pessoas achando que alguém errou porque agiu com a mesma intenção que naquele tempo... Tapioca mordeu beiju (adágio popular), etc e coisa e tal... É preciso considerar que esse tipo de coisa, é humilhante pra alguém que (no momento agiu com boas intenções) e, uma maravilha pra quem está procurando disfarçar erros, enquanto ganha tempo pra sumir do mapa... OBS: Postado no Recanto das Letras (fchagass).
segunda-feira, 4 de abril de 2011
COMPREENDES O QUE ESTÁ ESCRITO (na Bíblia) ??? – 8 ...
FAZENDO DA VIDA UM ALTAR AO SENHOR – Parte Dois... Na primeira parte do artigo, afirmamos que: é possível que esse EDIFICAR UM ALTAR ou esse INVOCAR, que o texto diz que Abrão fez, não seja devidamente compreendido no contexto atual... Conforme o Dicionário da Bíblia Almeida, o altar é uma mesa feita de madeira, terra ou pedras, sobre a qual se ofereciam os SACRIFÍCIOS (Êxodo 27:1; 20:24; Deuteronômio 27:5). Os altares de madeira eram revestidos de algum metal e tinham pontas (chifres) nos quatro cantos (Levítico 4:25). Fugitivos ficavam em segurança quando corriam e se agarravam a essas pontas (1 Reis 2:28). Havia também o altar do INCENSO, que ficava no SANTO LUGAR (Êxodo 30:1–10). Por essas e outras, em nossa cultura, até mesmo a religiosidade popular é algo de fachada; PORQUE, geralmente a pessoa anda em busca (apenas) de cumprir deveres religiosos pra receber bênçãos materiais... Quando estudamos nos livros de história, sobre a religiosidade dos nativos, a gente acha tolice... CONTUDO, a religiosidade deles era autêntica, em relação ao objeto da crença... MAS, nós, fazemos de conta que, religião é algo de somenos importância na vida de um povo e, por isso mesmo, quando se pensa em religião, logo se associa a algum espaço de culto... Quando na verdade, religião é mais que lugares... A segunda parte do artigo, tem como objetivo, expor o motivo porque pensamos assim... É possível que pessoas achem que, somente seria verdadeira a religiosidade por nós exercida, reduzindo essa religião à denominação da qual fazemos parte (no momento)... Geralmente, quando mudamos de denominação, a anterior passa a ser considerada uma heresia, transformando em verdade absoluta, o que a nova denominação fiz (e faz)... COM ISSO, não estou querendo definir o direito que temos de pertencer (ou não), a determinada igreja ou religião... MAS, quero dizer que vida espiritual esteja além do que se diz no dia–a–dia... OU seja: PENSANDO BEM, essa idéia colocará por terra as discursões por causa de denominações ou religiões... ANTES, poderá despertar o ser humano ao saudável exercício da reflexão no por que das coisas... Certa vez, um colega de trabalho que (também) lecionava a disciplina HISTÓRIA, afirmou que DEUS NÃO TERIA CRIADO O HOMEM (como está na BÍBLIA)... MAS, o homem, precisando de uma ser superior a quem prestasse contas pela insensatez, criou (entre aspas), um DEUS que lhe patrulha... Ainda tentei argumentar que não seria bem assim... MAS, achei melhor calar a voz audível e, pensar porque aquele tipo de idéia... Em meu achômetro, cada um tem (ou deve ter) o direito de pensar o que quiser (desde que assuma as consequências pela forma de pensar... Há pouco, conferindo (aqui no recanto) a primeira parte do artigo, o comentário da recantista Anabailune e o comentário da recantista Silvia Regina à frase MAIS QUE UM SONHO... demonstram que, é possível falar e ser entendido e, vice–versa... Isso nos dá a ousadia de arriscar falar de um assunto evitado pela maioria... Prossigamos... Não fique entendido que esteja colocando sobre as mesmas, a responsabilidade pelo que digo. Apenas disse que é possível falar e ser entendido... BEM; Sobre Abraão, já havia dito que era obediente a DEUS... AGORA, conforme o texto citado, ele tinha como prioridade EDIFICAR UM ALTAR ao SENHOR e INVOCAR O NOME do SENHOR... Diferente de Abraão, o que faz o homem pós–moderno??? Aos domingos e feriados toma umas e outras, pelas esquinas da vida... Em grande maioria, o ser humano olha sua vida espiritual como coisa de somenos importância – Em primeiro lugar, estaria a sobrevivência material... Em segundo lugar, lazer, família, etc... Depois, se não tiver o que fazer, pode reservar algum tempo pra vida espiritual... Tem sido comum, ouvir pessoas dizendo que adoração seria diferente de veneração, quando significam a mesma coisa... Por outro lado, as pessoas colocam palavras na boca de DEUS, quando dizem certos jargões: 1) DEUS é brasileiro – Como se não protegesse a pessoa independente de tempo e de lugar... 2) A VOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS – Certamente, acontecem muitos jeitinhos, jeitões, jetons, etc... DEUS seria favorável a essas práticas??? 3) DISSE JESUS: FAZ POR TI QUE EU TE AJUDAREI – Em qual texto... QUESTÃO: POR QUE não exercermos de forma saudável a reflexão sobre o que temos diante de nós, no mundo em derredor e, sobre o que acontece no mundo???
COMPREENDES O QUE ESTÁ ESCRITO (na Bíblia) ??? – 8 ...
FAZENDO DA VIDA UM ALTAR AO SENHOR – Parte Um... Está escrito: Apareceu o SENHOR a Abrão e LHE disse: Darei à tua descendência esta terra. Ali edificou Abrão um altar ao SENHOR, que lhe aparecera. Passando dali para o monte ao oriente de Betel, armou a sua tenda, ficando Betel ao ocidente e Ai ao oriente; ali edificou um altar ao SENHOR e invocou o nome do SENHOR. Depois, seguiu Abrão dali, indo sempre para o Neguebe. (Gênesis 12: 7–9). A língua sendo algo dinâmico, naturalmente, com o tempo, perdem o sentido e isso explica (no que diz respeito ao ser humano), porque, é tão difícil compreender alguns textos... OU SEJA: algumas palavras, perdem o sentido e, em nossa língua, especialmente porque a cultura do relaxamento faz com que, se use determinados vocábulos com um sentido diferente do sentido original... ALTAR; INVOCAR; ADORAÇÃO; IDOLATRIA; SANTO; SANTIDADE; ETC... POR ISSO, é possível que esse EDIFICAR UM ALTAR ou esse INVOCAR, que o texto diz que Abrão fez, não seja devidamente compreendido no contexto atual... Conforme o Dicionário da Bíblia Almeida, o altar é uma mesa feita de madeira, terra ou pedras, sobre a qual se ofereciam os SACRIFÍCIOS (Êxodo 27:1; 20:24; Deuteronômio 27:5). Os altares de madeira eram revestidos de algum metal e tinham pontas (chifres) nos quatro cantos (Levítico 4:25). Fugitivos ficavam em segurança quando corriam e se agarravam a essas pontas (1 Reis 2:28). Havia também o altar do INCENSO, que ficava no SANTO LUGAR (Êxodo 30:1–10). Por essas e outras, em nossa cultura, até mesmo a religiosidade popular é algo de fachada; PORQUE, geralmente a pessoa anda em busca (apenas) de cumprir deveres religiosos pra receber bênçãos materiais... Quando estudamos nos livros de história, sobre a religiosidade dos nativos, a gente acha tolice... CONTUDO, a religiosidade deles era autêntica, em relação ao objeto da crença... MAS, nós, fazemos de conta que, religião é algo de somenos importância na vida de um povo e, por isso mesmo, quando se pensa em religião, logo se associa a algum espaço de culto... Quando na verdade, religião é mais que lugares... CONTINUA...
quinta-feira, 31 de março de 2011
O COTIDIANO NOSSO de cada dia...
Vivemos em meio a incerteza e ao desconforto, e isso (por si mesmo) nos faz sofrer... Mesmo quando tudo parece bem, ficamos muito mais preocupados com tragédias que podem (ou não) acontecer em algum lugar, do que em desfrutar o que devemos desfrutar... Antes das seis horas da manhã, quando é possível sair pra andar um pouco (não teria nada contra que essa caminhada fosse ao final da tarde); Em meu caso específico, acho melhor pela manhã – Me sinto melhor, quando inicio o dia assim... SIM... Conforme queria dizer, quando é possível sair antes das seis horas, é possível encontrar algum vendedor ambulante de lanches ou CDs, pelas ruas (querendo empanturrar as pessoas com uma espécie de lanche fácil, ou música e filmes de péssima qualidade)... Por outro lado, é possível também, encontrar alguém que tenha dormido na rua (principalmente na sacada de algum prédio)... EM MEIO a tudo, é possível encontrar forças para prosseguir em busca de superar desafios... ISSO nos encoraja a buscar uma sociedade menos desumana, menos voltada pra si mesmo, consciente que a vida não é só aqui e, que, não temos um controle remoto em mãos, pra viver de qualquer forma... ANTES, precisamos nos ajustar ao todo... Por exemplo: Não tenho nada contra a que se comece a trabalhar mais cedo a cada dia... MAS, em meu achômetro, ter um carro de lanches apenas porque pode faturar melhor que vendendo outras coisas (?!)... INFELIZMENTE, a maior parte das pessoas que procuram ganhar com certos tipos de atividades, estão mais preocupadas com o próprio bolso, do que com a saúde de quem consome seus lanches... INCLUSIVE, lembro um colega que, não estava analisando esse tipo de coisa (lanches fácil)... ANTES, analisava a grande quantidade de pessoas que superlotavam as praças de alimentação dos shoppings... Disse ele que as pessoas se empanturravam daquele lanche e, não queriam saber de alguma fruta que era muito mais saudável... IDÉIA DELE (e que me faz pensar): Reunirmos um grupo, sentar em alguma praça de alimentação levando uma sacola com frutas de casa... Sentado na praça de alimentação a gente começaria a lanchar as frutas alí mesmo... Bananas, laranjas, etc... É lógico que com o cuidado necessário pra não fazer alguma sujeira no ambiente... Levaríamos também, material descartável como pratos e garfos, lenços de papel, etc... É claro que muita gente acha que isso seria loucura... Porque pensa logo que quem gosta de algo assim é mundiça... Perguntinha: QUEM CUNHOU A EXPRESSÃO MUNDIÇA????????????
sábado, 19 de fevereiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
SER ESCRITOR (OU ESCRITORA) 2...
Ser ou não ser Escritor (a), parodiando o filósofo, eis a questão?
Concluímos o texto anterior (sobre o assunto), com uma espécie de provocação:
O que está sendo publicado hoje, tem a ver com a herança que queremos deixar (às futuras gerações)????????????
SE tiver, tudo bem... SE não tiver POR QUE?????????????
EXEMPLO: A letra da música que diz, Vou não, quero não que a mulher não deixa não... Apresenta um homem dominado pela sua mulher????????????? PARECE...
Em meu achômetro, subtende–se, pelos textos escritos, filmes, livros, músicas... Uma geração que ainda não sabe o que quer da vida (ou na vida)... Tem saudade de algumas coisas do passado e corre com medo da falta de liberdade pra fazer o que quiser...
Nem todos concordam, mas cada um de nós tem responsabilidade pelo tipo de sociedade em vigência... E, principalmente quem escreve, porque o texto produzido tem sido um registro do tipo de ação que acontece e, pode expressar também, os anseios pelo que queremos que aconteça...
Gosto muito de pensar no exemplo do escritor Julio Verne... Ele escreveu o livro VIAGEM A LUA, numa época quando nem mesmo voar num avião era possível... MAS em sua ficção, ele tratava de assuntos como a diferença entre a velocidade da luz e do som...
Por isso mesmo, quem escreve, precisa entender que escrever é uma arte da arte de viver... Precisa entender que escrever é muito mais que juntar letras em palavras, palavras em textos, textos em livros, e por aí vai...
E, por que estamos dizendo isto????????????
Porque muita gente pensa que não teria muito a ver com o futuro... Muitos textos atualmente escritos, muitas músicas, muitos livros, muitos filmes, demonstram que estamos num dos piores momentos da capacidade racional da espécie humana...
Talvez você ainda não tenha feito uma pausa pra reflexão sobre essa questão e, queremos considerar uma coisa:
Um texto, uma música, um filme... Que fale sobre vida sentimental, quase sempre aborda o amor de forma equivocada...
COMO ASSIM (?!)
Aborda de forma equivocada sim, porque desenvolve o assunto de uma forma que ao invés de ser possível viver o amor (na prática), cultiva princípios egoístas, consumistas, imediatistas, derrotistas, e outros istas mais...
Quase sempre, uma pessoa diz que não pode viver sem a outra... Que a outra lhe completa... Que precisa da outra pra ser feliz, etc...
Esse tipo de amor (geralmente) tem por objetivo, levar o sexo oposto pra cama e o resultado são lares desestruturados ou crianças no lixo...
Em meu achômetro, o amor leva uma pessoa a se sacrificar pra que a outra seja feliz, ainda que nada venha a receber... Foi assim que DEUS (por intermédio de JESUS) fez conosco e, é assim que o ensino do mestre deve ser colocado em prática...
Na primeira Carta de Paulo aos Coríntios, capítulo 13, o princípio do amor é contrário a maior parte das definições nos livros, filmes, músicas, etc de nossa época:
Está escrito:
O AMOR é paciente, é benigno;
O AMOR não arde em ciúmes, não se ensoberbece,
Não se conduz inconvenientemente,
Não procura os seus interesses,
Não se exaspera,
Não se ressente do mal;
Não se alegra com a injustiça, mas regozija–se com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O AMOR jamais acaba; MAS, havendo profecias desaparecerão;
Havendo línguas, cessarão;
Havendo ciência, passará;
Porque, em parte conhecemos e, em parte, profetizamos.
Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino.
Quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.
Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; Então, veremos face a face.
Agora, conheço em parte; Então, conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a FÉ, a ESPERANÇA e o AMOR, estes três; Porém o maior destes é o amor.
(1 Coríntios 13:4–13).
É interessante que, O AMOR, conforme o padrão de DEUS, está acima da religiosidade popular e do tradicionalismo religioso... O AMOR está acima do intelectualismo de banco de escolas... O AMOR está acima da falta de maturidade e da insensatez humana (ou seria desumanidade????????????)...
Possivelmente, alguém acharia que estamos querendo puxar orelhas... Pelo contrário: Queremos, sim, que cada um escreva sabendo o que está fazendo e (o mais importante): Que cada um faça com gosto (a produção do texto), sabendo que através do texto escrito poderá influenciar a forma de pensar na própria geração e em gerações vindouras... ASSIM, FIZERAM PESSOAS QUE VIVERAM NO PASSADO...
OBS: Publicado no Recanto das letras, em 23/01/2011.
Concluímos o texto anterior (sobre o assunto), com uma espécie de provocação:
O que está sendo publicado hoje, tem a ver com a herança que queremos deixar (às futuras gerações)????????????
SE tiver, tudo bem... SE não tiver POR QUE?????????????
EXEMPLO: A letra da música que diz, Vou não, quero não que a mulher não deixa não... Apresenta um homem dominado pela sua mulher????????????? PARECE...
Em meu achômetro, subtende–se, pelos textos escritos, filmes, livros, músicas... Uma geração que ainda não sabe o que quer da vida (ou na vida)... Tem saudade de algumas coisas do passado e corre com medo da falta de liberdade pra fazer o que quiser...
Nem todos concordam, mas cada um de nós tem responsabilidade pelo tipo de sociedade em vigência... E, principalmente quem escreve, porque o texto produzido tem sido um registro do tipo de ação que acontece e, pode expressar também, os anseios pelo que queremos que aconteça...
Gosto muito de pensar no exemplo do escritor Julio Verne... Ele escreveu o livro VIAGEM A LUA, numa época quando nem mesmo voar num avião era possível... MAS em sua ficção, ele tratava de assuntos como a diferença entre a velocidade da luz e do som...
Por isso mesmo, quem escreve, precisa entender que escrever é uma arte da arte de viver... Precisa entender que escrever é muito mais que juntar letras em palavras, palavras em textos, textos em livros, e por aí vai...
E, por que estamos dizendo isto????????????
Porque muita gente pensa que não teria muito a ver com o futuro... Muitos textos atualmente escritos, muitas músicas, muitos livros, muitos filmes, demonstram que estamos num dos piores momentos da capacidade racional da espécie humana...
Talvez você ainda não tenha feito uma pausa pra reflexão sobre essa questão e, queremos considerar uma coisa:
Um texto, uma música, um filme... Que fale sobre vida sentimental, quase sempre aborda o amor de forma equivocada...
COMO ASSIM (?!)
Aborda de forma equivocada sim, porque desenvolve o assunto de uma forma que ao invés de ser possível viver o amor (na prática), cultiva princípios egoístas, consumistas, imediatistas, derrotistas, e outros istas mais...
Quase sempre, uma pessoa diz que não pode viver sem a outra... Que a outra lhe completa... Que precisa da outra pra ser feliz, etc...
Esse tipo de amor (geralmente) tem por objetivo, levar o sexo oposto pra cama e o resultado são lares desestruturados ou crianças no lixo...
Em meu achômetro, o amor leva uma pessoa a se sacrificar pra que a outra seja feliz, ainda que nada venha a receber... Foi assim que DEUS (por intermédio de JESUS) fez conosco e, é assim que o ensino do mestre deve ser colocado em prática...
Na primeira Carta de Paulo aos Coríntios, capítulo 13, o princípio do amor é contrário a maior parte das definições nos livros, filmes, músicas, etc de nossa época:
Está escrito:
O AMOR é paciente, é benigno;
O AMOR não arde em ciúmes, não se ensoberbece,
Não se conduz inconvenientemente,
Não procura os seus interesses,
Não se exaspera,
Não se ressente do mal;
Não se alegra com a injustiça, mas regozija–se com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O AMOR jamais acaba; MAS, havendo profecias desaparecerão;
Havendo línguas, cessarão;
Havendo ciência, passará;
Porque, em parte conhecemos e, em parte, profetizamos.
Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino.
Quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.
Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; Então, veremos face a face.
Agora, conheço em parte; Então, conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a FÉ, a ESPERANÇA e o AMOR, estes três; Porém o maior destes é o amor.
(1 Coríntios 13:4–13).
É interessante que, O AMOR, conforme o padrão de DEUS, está acima da religiosidade popular e do tradicionalismo religioso... O AMOR está acima do intelectualismo de banco de escolas... O AMOR está acima da falta de maturidade e da insensatez humana (ou seria desumanidade????????????)...
Possivelmente, alguém acharia que estamos querendo puxar orelhas... Pelo contrário: Queremos, sim, que cada um escreva sabendo o que está fazendo e (o mais importante): Que cada um faça com gosto (a produção do texto), sabendo que através do texto escrito poderá influenciar a forma de pensar na própria geração e em gerações vindouras... ASSIM, FIZERAM PESSOAS QUE VIVERAM NO PASSADO...
OBS: Publicado no Recanto das letras, em 23/01/2011.
SER ESCRITOR (OU ESCRITORA)...
Ser ou não ser Escritor (a), parodiando o filósofo, eis a questão?
Em meu achômetro DEUS nos concede dons que, ao longo da vida ELE VAI APERFEIÇOANDO ou mesmo quando por SUA maravilhosa graça ele abre nosso entendimento (para compreendemos e assim, vamos abrimos espaço no coração) e os dons podem ir sendo aperfeiçoados ao passo que avançamos na estrada da vida...
ASSIM, tem acontecido em relação aos livros... Sempre gostei muito de livros e, parece uma contradição, mas não gostava de ler...
Sempre sonhava com uma imensa biblioteca e, lendo muitos gibis, bolsilivros e romances da literatura brasileira, começamos a ler também material didático e terminamos gostando (também) de ler livros... Hoje sou meio viciado (no bom sentido) em livros...
Com o tempo percebemos que escrever era uma arte da arte de viver e, depois que, escrever é muito mais que juntar letras em palavras, estas em textos e estes em livros...
Portanto, acho que ser escritor (ou outra profissão qualquer) é algo que vem do berço... O dilema é que as vezes a gente não quer e, pronto... Não seria alguém de carne e osso que iria nos convencer (por si mesmo) a repensarmos a questão...
SE depende de vocação, estaremos sempre nos auto-aperfeiçoando (sendo lapidados) tendo em vista a função (e isso muito nos honra), sendo um verdadeiro privilégio...
Certa vez, falava sobre a escassez de bibliografia em relação à publicação de literatura relativa ao escrever e publicar pela internet (com a recantista Dulce Alves) e, uma colocação da mesma me levou a compor o livro em que afirmamos que SOMOS AUTORES E ATORES DA HISTÓRIA EM NOSSA GERAÇÃO... Nós que fazemos isso é que iremos escrevendo sobre o assunto...
Portanto, o escritor (a) terá sempre um importante papel na sociedade, ao falar a respeito de sua própria época...
O escritor ou escritora, ao falar algo, poderá ser lido por gerações futuras... ASSIM, precisa, antes de sentir–se escritor (a), saber que poderá ser lido no futuro... Suponhamos que, daqui a algumas décadas alguém queira saber como acontecia o relacionamento entre os sexos opostos na presente geração, poderá entender dos livros, textos, filmes e músicas de nosso tempo...
ASSIM, caberia a pergunta: O que está sendo publicado hoje, tem a ver com a herança que queremos deixar????????????
SE tiver, tudo bem... SE não tiver POR QUE?????????????
EXEMPLO: A letra da música que diz, Vou não, quero não que a mulher não deixa não... Apresenta um homem dominado????????????? PARECE...
Se for assim, porque tanta notícia de fetos ou crianças em sacos de lixo??????????
Em meu achômetro, subtende–se, pelos textos escritos, filmes, livros, músicas... Uma geração que ainda não sabe o que quer da vida (ou na vida)... Tem saudade de algumas coisas do passado e corre com medo da falta de liberdade pra fazer o que quiser...
Obs: Publicado no Recando das Letras em 22/01/2011.
Em meu achômetro DEUS nos concede dons que, ao longo da vida ELE VAI APERFEIÇOANDO ou mesmo quando por SUA maravilhosa graça ele abre nosso entendimento (para compreendemos e assim, vamos abrimos espaço no coração) e os dons podem ir sendo aperfeiçoados ao passo que avançamos na estrada da vida...
ASSIM, tem acontecido em relação aos livros... Sempre gostei muito de livros e, parece uma contradição, mas não gostava de ler...
Sempre sonhava com uma imensa biblioteca e, lendo muitos gibis, bolsilivros e romances da literatura brasileira, começamos a ler também material didático e terminamos gostando (também) de ler livros... Hoje sou meio viciado (no bom sentido) em livros...
Com o tempo percebemos que escrever era uma arte da arte de viver e, depois que, escrever é muito mais que juntar letras em palavras, estas em textos e estes em livros...
Portanto, acho que ser escritor (ou outra profissão qualquer) é algo que vem do berço... O dilema é que as vezes a gente não quer e, pronto... Não seria alguém de carne e osso que iria nos convencer (por si mesmo) a repensarmos a questão...
SE depende de vocação, estaremos sempre nos auto-aperfeiçoando (sendo lapidados) tendo em vista a função (e isso muito nos honra), sendo um verdadeiro privilégio...
Certa vez, falava sobre a escassez de bibliografia em relação à publicação de literatura relativa ao escrever e publicar pela internet (com a recantista Dulce Alves) e, uma colocação da mesma me levou a compor o livro em que afirmamos que SOMOS AUTORES E ATORES DA HISTÓRIA EM NOSSA GERAÇÃO... Nós que fazemos isso é que iremos escrevendo sobre o assunto...
Portanto, o escritor (a) terá sempre um importante papel na sociedade, ao falar a respeito de sua própria época...
O escritor ou escritora, ao falar algo, poderá ser lido por gerações futuras... ASSIM, precisa, antes de sentir–se escritor (a), saber que poderá ser lido no futuro... Suponhamos que, daqui a algumas décadas alguém queira saber como acontecia o relacionamento entre os sexos opostos na presente geração, poderá entender dos livros, textos, filmes e músicas de nosso tempo...
ASSIM, caberia a pergunta: O que está sendo publicado hoje, tem a ver com a herança que queremos deixar????????????
SE tiver, tudo bem... SE não tiver POR QUE?????????????
EXEMPLO: A letra da música que diz, Vou não, quero não que a mulher não deixa não... Apresenta um homem dominado????????????? PARECE...
Se for assim, porque tanta notícia de fetos ou crianças em sacos de lixo??????????
Em meu achômetro, subtende–se, pelos textos escritos, filmes, livros, músicas... Uma geração que ainda não sabe o que quer da vida (ou na vida)... Tem saudade de algumas coisas do passado e corre com medo da falta de liberdade pra fazer o que quiser...
Obs: Publicado no Recando das Letras em 22/01/2011.
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